Boletim/Aviso Circular 14/17 18-10-2017

OLIVEIRA

Gafa

O nível de inóculo existente no olival, as chuvas ocorridas e as temperaturas registadas, irão desencadear o aparecimento da doença. Aconselhamos a realização de tratamento com um produto à base de cobre.

Mosca da Azeitona

Verificámos um aumento de azeitonas picadas com formas vivas, em particular, nos olivais não tratados segundo a Circular anterior. Face às condições favoráveis ao desenvolvimento da praga, recomendamos a realização de tratamento. À semelhança de outras culturas, também se verifica uma antecipação da colheita da azeitona e, por segurança, opte por um produto com IS de 7 dias. Consulte a lista de produtos enviada com a Circular de Aviso nº 13/17.
NOTA: Caso pretenda efetuar a colheita nos próximos dias não deve realizar os tratamentos acima indicados.


CITRINOS

Mosca da Fruta

Devido ao elevado número de capturas de mosca-da-fruta contabilizadas nas armadilhas de monitorização instaladas nos POBs, recomendamos a proteção da cultura. Consulte a lista de inseticidas homologados que consta no verso da Circular. Como meio de luta cultural enterre a fruta caída no chão e mantenha a vigilância nos hospedeiros alternativos (ex. diospiros).

Informação - Psila Africana dos Citrinos

Na sequência da deteção de Trioza erytreae, ou Psila Africana dos Citrinos, em novas regiões do país, em algumas freguesias dos concelhos de Albergaria-a-Velha, Oliveira do Bairro, Figueira da Foz e de Sintra, foi emitido a 27 de Setembro pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, o Ofício Circular nº 27/2017, remetido em anexo.

Míldio ou Aguado

Durante o Outono e Inverno devem ser realizados tratamentos contra o míldio. Recomendamos a aplicação de produtos à base de cobre. Distribua a calda por toda a copa, principalmente, no terço inferior. Como práticas culturais é aconselhável arejar a copa das árvores, promover a drenagem e cortar os ramos mais baixos a fim de evitar que os mesmos toquem o solo. A retirada dos frutos infetados, a sua destruição e a colheita em tempo seco, são procedimentos que evitam a dispersão da doença.


FRUTEIRAS - Tratamentos de Inverno

A realização de tratamentos de Inverno durante o repouso vegetativo das espécies fruteiras, pomóideas e prunóideas, assume especial relevância uma vez que permite reduzir a incidência de doenças durante o próximo ciclo vegetativo.

Desta forma, recomendamos a realização de tratamentos à base de cobre a meio e no fim da queda da folha. Devem também ser eliminados/enterrados os frutos caídos no solo. Durante a poda elimine os ramos secos e doentes e retire a lenha de poda. Os cortes de maior dimensão devem ser pincelados com uma pasta cúprica.

Nos pomares de macieiras deve intervir com a aplicação de Ureia a 5%, pois esta acelera a decomposição das folhas e minimiza a formação de pseudotecas de pedrado (estruturas hibernantes do fungo). A aplicação deve ser posicionada no início, meio e fim da queda da folha.


Consulte o Boletim no Serviço Nacional de Avisos Agricolas:
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